Dermatologia Clínica

A acne ou popular “espinha” é uma doença de pele bastante frequente, que acomete tanto adolescentes, como adultos e mulheres entre 20 e 40 anos. Existe um aumento de produção de um óleo mais espesso pela glândula sebácea da pele, que não consegue sair e a entope, formando o cravo ou comedão. O ideal é tratar cedo, para evitar as cicatrizes na face. Os nódulos e os cistos, chamados de acne interna, provavelmente darão cicatriz. As cicatrizes de acne, são de difícil tratamento, e o ideal é tentar evitá-las. Em formas leves o tratamento pode ser apenas tópicos, sabonetes para controle de oleosidade, cremes, géis e pomadas. Em formas mais graves, é preconizado uso de medicamentos orais. Outros procedimentos que ajudam no controle da acne seriam extração de “cravos”, peelings químicos, microdermabrasão, alguns tipos de laser e luzes. Alguns pacientes, podem necessitar de exames laboratoriais, e investigação clínica mais detalhada para descartar doenças hormonais, uso de medicamentos tópicos ou sistêmicos que possam estar colaborando para a persistência e gravidade da acne.

A rosácea é uma doença inflamatória com uma resposta alterada dos vasos da pele da face, resultando em dilatação dos vasinhos no centro da face, nariz e testa. É caracterizada por vermelhidão no centro da face, tendo piora associada a alguns gatilhos como: exposição solar, momentos de maior ansiedade e estresse, ingesta de alguns alimentos mais condimentados, ingesta de alimentos e bebidas quentes, uso de bebida alcoólica, ambientes de temperaturas frias, uso de corticoides tópicos na face. Alguns pacientes podem na evolução da doença, apresentar lesões semelhantes a acne na face.

Os tratamentos indicados irão depender da forma clínica que o paciente apresenta. Podem ser prescritos proteção solar, medicamentos tópicos e de uso oral. Terapias com laser, luz intensa pulsada podem ser de grande benefício para o paciente, com a melhora do quadro de vermelhidão da face.

A maioria dos pacientes apresenta pele sensível devendo evitar o uso de medicações tópicas que possam irritar a pele como sabonetes abrasivos e cosméticos a base de álcool.

O vitiligo é uma doença caracterizada pela perda da coloração da pele. As lesões formam-se devido à diminuição (ou ausência) de melanócitos, células responsáveis pela formação da melanina. As causas da doença ainda não estão claramente estabelecidas, mas fenômenos autoimunes parecem estar associados ao vitiligo. O tratamento mais adequado deve ser discutido com um dermatologista, conforme as características de cada paciente. Quando o vitiligo é detectado, é muito importante que o dermatologista faça a classificação de qual tipo está ocorrendo. A definição do tipo de vitiligo determina a possível evolução do paciente e também os tratamentos com maior chance de sucesso.

Há 7 tipos principais de vitiligo que podem se dividir em 3 grupos:

  • 1) Vitiligo Segmentar: é uma forma agressiva da doença, lesões em apenas um lado do corpo, que respeitam a linha média corporal, mais comum na infância, 90% dos casos em paciente abaixo dos 30 anos de idade, ocorre geralmente em um único momento. Tem crescimento rápido e alcança o seu tamanho final em pouco tempo. Pelos e cabelos também perdem a coloração e ficam brancos. É raro um segundo acometimento da doença, e acometer outros segmentos do corpo. O tratamento deve ser instituído o mais precoce possível para salvar o máximo de melanócitos do local acometido. O tratamento deve ser agressivo. Caso o tratamento clínico tenha pouco sucesso, ou a busca pelo tratamento ocorra após a formação definitiva da mancha. O tratamento cirúrgico do Vitiligo Segmentar é o mais adequado, com chances de cura em 90% dos pacientes. Existem diversas modalidades cirúrgicas para o tratamento do vitiligo, a escolha irá ser baseada no tamanho e localização da mancha.
  • 2) Vitiligo comum ou Não segmentar: É o tipo mais comum; 4 tipos são descritos: vulgar, misto, universal e acrofacial. As manchas manifestam-se nos dois lados do corpo, de forma simétrica, por exemplo, duas mãos, dois pés, dois joelhos. Há ciclos de perda de cor e épocas em que a doença se desenvolve, e depois há períodos de estagnação. Um dermatologista capacitado no tratamento do vitiligo, pode indicar as melhores opções de tratamento para cada fase. Estes ciclos podem ocorrer durante toda a vida; a duração dos ciclos e as áreas despigmentadas tendem a se tornar maiores com o tempo. É um tratamento crônico, os pacientes portadores dessa forma da doença, devem manter um acompanhamento regular com seu dermatologista, mantendo uso das medicações prescritas. Em alguns momentos de estabilidade, a opção pelo tratamento cirúrgico pode ajudar na diminuição das áreas brancas e numa melhor chance de repigmentar áreas de difícil repigmentação. Em geral, as manchas surgem inicialmente em extremidades como mãos, pés, nariz, boca.
    • Vitiligo comum ou vulgar tem esse nome por ser o mais frequente de todos os tipos e sozinho responde por 75% do total de pacientes. Sua característica principal é a simetria.
    • Vitiligo misto manifesta-se com 2 tipos de vitiligo, geralmente vulgar e segmentar.
    • Vitiligo universal acomete mais de 70% do corpo e no adulto o tratamento pode ser despigmentação para a cor ficar uniforme. Crianças com vitiligo universal apresentam grande capacidade de pigmentação, sendo que nesses casos, a despigmentação não é indicada.
    • Vitiligo acrofacial é o vitiligo que se restringe a face, e/ou mãos, e /ou pés.
  • 3) Vitiligo indeterminado ou misto: os tipos focal e mucosa formam esse grupo. São chamados indeterminados, pois não se sabe se a evolução será local ou em várias áreas do corpo. Podem ser uma forma inicial do doença ou permanecer apenas como uma pequena mancha que não evolui.
    • Vitiligo Focal é caracterizado por mancha única acrômica (branca), arredondada e de duração mínima de 2 anos sem progressão.
    • Vitiligo de Mucosa é quando acomete somente mucosa oral ou genital.

O tratamento do vitiligo é individualizado, e os resultados podem variar consideravelmente entre um paciente e outro. Por isso, somente um dermatologista qualificado pode indicar a melhor opção. Dentre as opções terapêuticas está o uso de medicamentos que diminuem o dano oxidativo e autoimune sobre os melanócitos, e medicamentos que induzem a repigmentação das regiões afetadas, além de tecnologias como o laser e fototerapia UVB-NB ou técnicas cirúrgicas como o transplante de melanócitos.

Os dermatologistas da Uniderm tem grande experiência no acompanhamento de pacientes portadores de vitiligo e são as referências nacionais nas técnicas cirúrgicas do Vitiligo.

O Melasma se caracteriza pelo surgimento de manchas escuras na pele, normalmente na face, nos braços e/ou no colo, em áreas de maior exposição solar. Não há uma causa específica, mas muitas vezes esta condição está relacionada à predisposição genética e principalmente à exposição solar.

Os tratamentos variam, mas sempre compreendem hábitos de proteção solar contra os raios ultravioleta, a luz visível e o uso de medicamentos tópicos e procedimentos para o clareamento. O tratamento do melasma sempre prevê um conjunto de medidas para clarear, estabilizar e impedir que o pigmento volte. Em casos de baixas respostas aos tratamentos mais comuns, terapias emergentes, uso de laser, microagulhamento, peelings químicos são importantes ferramentas clareadoras. Importante salientar, que os procedimentos são tratamentos complementares ao tratamento clínico. Os pacientes podem necessitar de sessões periódicas dos procedimentos para manutenção da melhora do clareamento da pele.

A queda de cabelo pode ocorrer em homens e mulheres no decorrer dos anos.

Diversas situações podem acometer a saúde do couro cabeludo e dos cabelos. A perda dos fios está relacionada com: uso de medicamentos, tratamentos químicos (formol, alisamentos, tinturas), fatores hormonais, problemas emocionais (como estresse), doenças internas (tireóide, anemia) e a genética (herança familiar).

A queda de cabelo é conhecida como Alopecia. Existem diversos tipos de Alopecias.

A Alopecia mais comum é chamada de Alopecia Androgenética, conhecida popularmente como calvície. Ela causa afinamento, encurtamento e diminuição do volume dos fios. Geralmente é de origem genética, tendo um dos familiares do paciente também acometidos (pai, mãe, irmãos, avós, tios).

Outras causas também comuns de queda de cabelos, seriam a dermatite seborreica ou caspa, os eflúvios telógenos e a Alopecia areata.

Existem também outras formas de alopecias menos comuns, que são chamadas de Alopecias cicatriciais como Líquen Plano Pilar, Lupus eritematoso, Alopecia Frontal Fibrosante, e as Foliculites abscedante e decalvante.

Experiência e expertise no diagnóstico preciso garante um tratamento correto e adequado.

Tratamentos clínicos tradicionais ou tratamentos mais recentes como o Laser Capilar, LED capilar, uso de Fatores de crescimento, Mesoterapia capilar, crioterapia, microagulhamento e a microinfusão de medicamentos na pele – MMP® são realizados na clínica Uniderm.

A MMP® é um método recente e moderno de introdução de medicamentos no couro cabeludo, através de microagulhas. Rápido e com ótima aceitação pelos pacientes; é muito bem indicado para o tratamento da queda de cabelo. Os resultados começam a ser vistos em média após 20 dias da aplicação, sendo recomendado realizar de 4 a 6 sessões, e na manutenção realizar a cada 6 meses um nova aplicação.

Alopecia areata é uma doença que provoca a queda de cabelo de forma súbita, de avanço rápido, formando pequenas ou grandes áreas sem cabelo. As causas não são claras, mas acredita-se que uma pré-disposição genética desencadeie a reação autoimune, mas outras causas desconhecidas podem também ser desencadeadoras. A extensão da perda de cabelo varia e são raros os casos em que o paciente perde todo o cabelo da cabeça (alopecia areata total) ou caem todos os pelos do corpo (alopecia areata universal).

Trata-se de uma doença imprevisível. Cada caso é único. Em algumas pessoas, o cabelo cresce de novo, mas cai novamente mais tarde. Em outras, o cabelo volta a crescer e não cai mais. Mesmo que perca todo o cabelo, há chance de que ele volte a crescer novamente. Alopecia Areata é considerada alopecia que não deixa cicatriz no couro cabeludo.

Os tratamentos para a alopecia areata diminuem a inflamação que ocorre na raiz do folículo piloso e estimulam o folículo a produzir o cabelo novamente e precisam continuar até que a doença desapareça. Existem tratamentos clínicos com prescrição de medicamentos tópicos e tratamentos com uso de injeções, crioterapia e imunoterapia. O dermatologista irá escolher o melhor tratamento para cada paciente.

Micoses são infecções causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e os cabelos. São particularmente frequentes nos trópicos, onde existem condições ideais de calor e umidade, necessárias para o desenvolvimento dos fungos. São exemplos de micoses superficiais a pitiríase versicolor ou “pano branco”, as tineas, conhecidas como “impinges” e a candidíase.

As micoses das unhas são muito comuns nas pessoas que fazem uso de sapatos fechados diariamente. No início é apenas uma minúscula mancha branca no canto da unha. Elas podem causar desconforto, piorar e até atingir outras unhas, mais tarde pode acontecer o descolamento dela, deixando-a mais grossa ou esbranquiçada e quebradiça. Existem diversos tratamentos para a recuperação do aspecto sadio da unha, como o uso de medicamentos para erradicar os fungos causadores e medicamentos que estimulam o crescimento ungueal. Por vezes, as unhas podem estar acometidas por fungos mais resistentes, que a terapia mais adequada seria com uso de lasers e luzes através da terapia fotodinâmica.

Na clínica Uniderm, os dermatologistas são especialistas em doenças da unha, oferecem todas as tecnologias e cirurgias para a recuperação da saúde das unhas.

Dermatite atópica: é uma das doenças mais frequentes na infância. Manifesta-se como lesões avermelhadas que coçam bastante, na face, couro cabeludo, dobras de cotovelos e joelhos. É muito comum que os pais da criança tenham histórico de problema semelhante na infância. Cuidados com o uso de sabonetes adequados para a pele da criança e hidratantes corretos evitam as crises de piora dessa doença.

Dermatite seborreica: manifesta-se como uma crosta amarelada, principalmente no couro cabeludo de crianças que estão amamentando. O tratamento é feito com medicamentos de uso tópico e, em poucos dias, a criança apresenta melhora considerável.

Dermatite das fraldas: é conhecida como “alergia das fraldas”, ocasionada por uma irritação da pele pelo contato prolongado com fezes e urina. A medida mais importante é a troca de fraldas com frequência ou a indicação de fraldas de tecido.

Manchas de nascença (nevos/pintas): os nevos escuros devem ser acompanhados pelo dermatologista. Qualquer alteração na cor, tamanho ou aspecto deve ser avaliada cuidadosamente. As manchas claras ou nevos acrômicos (pintas brancas) devem ser diferenciados do vitiligo e, em geral, permanecem do mesmo tamanho.

Hemangiomas: são manchas vasculares que surgem discretas nos primeiros meses de vida, apresentam um rápido crescimento e algumas somem após alguns meses. Outras, necessitam de tratamento, sendo importante a avaliação do dermatologista. O tratamento quando indicado deve ser realizado nos primeiros meses de vida, para não ocorrer nenhuma deformidade pelo crescimento exagerado do hemangioma nesse período.

Miliária: também conhecida como “brotoeja”, é muito comum nos bebês devido à imaturidade das glândulas do suor. A doença é caracterizada por pequenos carocinhos avermelhados, principalmente na área das dobras e das fraldas. A medida mais importante, nestes casos, é evitar ambientes com pouca ventilação, além do uso excessivo de roupas.

O câncer de pele é caracterizado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Os tipos de câncer de pele mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares. Apesar da incidência elevada, o câncer de pele não-melanoma tem baixa letalidade e pode ser curado com facilidade se detectado precocemente. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele.

A exposição solar é a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer de pele.

Há diversas opções terapêuticas para o tratamento do câncer da pele não-melanoma. A modalidade escolhida varia conforme o tipo e a extensão da doença, mas, normalmente, a maior parte dos carcinomas basocelulares ou espinocelulares pode ser tratada com procedimentos simples em consultórios.

Já no caso do melanoma, o tratamento varia conforme a extensão, agressividade e localização do tumor, bem como a idade e o estado geral de saúde do paciente.

Os tratamentos dos tumores de pele, podem ser realizados através de cirurgia convencional para remoção de câncer de pele e pela Cirurgia Micrográfica de Mohs.

Dr. Eugênio Reis tem uma atuação em cirurgia de câncer de pele, tendo realizado treinamento em cirurgia de Mohs e reconstrução facial no mais avançado centro dermatológico do mundo em Houston, Texas, sob o comando do Professor Leonard Goldberg.

CIRURGIA MICROGRÁFICA DE MOHS

O nome cirurgia micrográfica significa cirurgia realizada com controle microscópico, sendo a melhor técnica utilizada para tratar os principais tumores da pele. Os tumores de pele apresentam um crescimento microscópico, que se estende por uma área maior do que a do tumor e que não é visível ao olho humano.

Os tumores podem ser infiltrativos no tecido, criando raízes que podem estar além do que é visto na superfície da pele. A cirurgia de Mohs permite avaliar as margens laterais e profundas durante o ato cirúrgico, orientando o cirurgião dermatológico onde está as raízes do tumor. Uma taxa de cura para o câncer de pele de próximo a 100% é obtida com essa técnica.

Com esse método preciso, evita-se que resquícios do tumor original voltem a se desenvolver no mesmo ponto e ao mesmo tempo preserva ao máximo o tecido sadio ao redor do tumor. Minimizando a cicatriz no local, preservando a estética e a função da área acometida pelo tumor.

Este crescimento do tumor pode extender-se além da margem cirúrgica empregada, por isto, a importância do controle com microscópio, para que se consiga a remoção de todas as células do tumor.

As etapas da cirurgia de Mohs consistem na remoção do tumor com mínima margem, é retirado finas camadas de tecido doente, o material é preparado para análise com microscópio no mesmo momento da cirurgia e caso o exame evidencie a presença de tumor nas margens, novas etapas são realizadas até não serem mais visualizado tecido com células alteradas ao microscópio. Ao final, segue a reconstrução da área operada.

Na cirurgia de Mohs, o resultado do exame da biópsia é obtido durante a cirurgia, possibilitando a ampliação e o rastreamento do tumor, com a ferida, ainda aberta. O fechamento (reconstrução) do tumor será realizado, somente, após a conclusão, através da visualização no microscópio, de que todo o tumor foi removido.

É o método de remoção de câncer de pele mais eficaz que existe, com as maiores taxas de cura, mínima cicatriz e melhor estética.

CIRURGIA CONVENCIONAL PARA REMOÇÃO DE CÂNCER DE PELE:

O tumor é retirado com uma margem pré-estabelecida (denominada de margem de segurança), que é maior que a margem da cirurgia de Mohs, realizando o fechamento da pele em seguida. O resultado do exame, para saber se tumor foi todo removido, é obtido somente de 3 a 10 dias após a cirurgia. Estudos mostram que em alguns casos, até 40% de pele sadia é retirada sem necessidade.

A técnica convencional é apenas recomendada para retirada de câncer de pele em locais onde uma maior retirada de pele sadia não cause danos estéticos. Isto, porque menos da metade da pele retirada com o tumor é analisada no exame de biópsia, sendo necessário uma margem de segurança adequada para a cura da doença.

Quelóide é uma cicatriz imperfeita, que pode ocorrer em qualquer lugar do corpo, que surge por uma resposta cicatricial intensa do organismo, que extrapola os limites de um dano cutâneo ocasionado por uma inflamação, queimadura ou incisão cirúrgica.

Existem diversas formas de tratamento para o quelóide, com sucesso variável. As melhores técnicas são a infiltração com corticóide ou bleomicina (para amaciá-los e abaixá-los), associação com a crioterapia ou microagullhamento pode trazer benefícios, luz intensa pulsada (para retirar a cor vermelha da pele), laser fracionado (laser de CO2, fraxel®, Nd:YAP) e cirurgia nos casos extensos para corrigir as imperfeições e uniformizar a pele. A escolha do tratamento dependerá do local e tamanho do quelóide.

Nevos são pequenas manchas castanhas ou enegrecidas regulares na pele, salientes ou não, popularmente conhecidos por pintas e verrugas. A maioria das pintas surge em decorrência da exposição solar, e possui um formato regular. Já os nevos displásicos (ou nevos atípicos) são nevos não usuais, que podem surgir de lesões já existentes ou surgirem em pele sadia. São lesões de formatos diferentes, em vários tons de cor, e que crescem com rapidez. Podem ter uma evolução para o câncer de pele chamado Melanoma. Esse tipo de câncer de pele é muito agressivo e quando diagnosticado precocemente tem evolução favorável em até 95% dos pacientes.

Pessoas que notarem uma modificação de seus nevos ou pintas pré-existentes, como modificação no formato, mudança das cores, crescimento da lesão, devem buscar um dermatologista, para serem examinadas com instrumentos de imagem e serem orientadas na melhor condução para os nevos, se eles devem ser removidos ou podem continuar sobre uma observação médica criteriosa.

Pessoas que possuem múltiplas lesões de nevos, ou tenham histórico familiar de melanoma, podem acompanhar suas lesões de nevos através da Dermatoscopia digital, que é um aparelho dermatológico que capta a imagem, acusa quais nevos devem ter uma avaliação mais criteriosa e as imagens geradas são armazenadas para serem comparadas numa consulta posterior, auxiliando o médico dermatologista na correta avaliação das lesões de nevos, e na retirada de lesões suspeitas que possam gerar um dano ao paciente.

A clínica Uniderm, foi pioneira na aquisição do aparelho de Dermatoscopia digital, tendo seus profissionais médicos uma grande experiência na avaliação de Nevos.